sexta-feira, 26 de junho de 2009



O clube mais popular do país começa a dar um passo rumo ao tão sonhado progresso. O Flamengo assinou nesta sexta, dia 26, junto ao CFZ, Clube de Futebol do Zico, um protocolo de intenções, visando a compra do clube fundado pelo maior ídolo do time rubro-negro. A Fundação Getúlio Vargas irá avaliar o valor do CFZ num prazo máximo de 90 dias, e então o Flamengo deverá apresentar um projeto de compra em até dois meses. Logo abaixo está a planta do Centro de treinamentos do CFZ.


divulgacao/divulgacao

A mudança do modelo de gestão do Flamengo visa transformar o clube em empresa, e mostra uma nova perspectiva para o futuro do clube. Afundado em dívidas e com passado marcado por péssimas adminstrações, o clube tenta fazer algo que possa mudar a sua realidade. Além do mais, o Flamengo sonha entregar a administração do futebol ao seu maior ídolo, Zico.

O Flamengo enfim, começa a pensar em mudanças para o bem do clube. Mas ainda falta acabar com os desentendimentos entre a diretoria. Todos devem pensar unicamente em tomar atitudes que venham beneficiar o Flamengo. O que se vê são decisões tomadas por uma parte, que ao mesmo tempo são criticadas e ignoradas por outra. A visão que se deve ter é que acima de tudo e de todos está o Flamengo. Se não for assim, qualquer posição a ser tomada, pode não ter o efeito desejado/esperado.

A aproximação de Zico com o Flamengo é um ponto positivo para o clube. A demonstração de querer mudar a administração atual, atrai os olhos da sociedade como um todo. É uma jogada ambiciosa que pode trazer bons frutos ao clube a longo prazo. Além do mais, a possível vinda de Zico para a administração do Flamengo pode trazer de volta a credibilidade perdida após tantos anos. Isso pode atrair mais investidores e, principalmente, mais sócios, tendo em vista que a falta de confiança na diretoria que hoje impera no rubro-negro é um motivo para que milhares de torcedores não participem financeiramente com o clube.

Portanto, é indiscutível a importância do projeto para o futuro do Flamengo. Se tudo der certo, o clube poderá readiquirir a dignidade e respeito outrora esquecidos. Cabe aos homens responsáveis pela condução administrativa do clube pensar unicamente no crescimento da Instituição Flamengo. O clube que tem a maior torcida do país merece uma administração séria e que passe credibilidade à toda a sociedade. Ao que parece, tal conduta parece estar sendo visualizada e esboçada no papel. Resta então colocá-la em prática.

Por Rudney Guimarães





Brasil 1 x 0 na África do Sul. Resultado difícil e uma vaga para a disputa de mais um título. Foi uma vitória suada, muito importante. Tão comemorado quanto a vitória deve ser o aprendizado que o Brasil teve neste jogo e que infelizmente não foi percebido durante a partida.

Já foi muito dito e percebido durante os jogos que o Brasil tem um ótimo contra-ataque, principalmente explorado pela velocidade de Ramires, Kaká e Robinho. Isso quando se joga contra um time que também busca o ataque, coisa que não aconteceu contra a seleção sul-africana. A Seleção Brasileira encontrou enorme dificuldade em passar pela defesa adversária, e não houve a tal leitura de jogo por parte do técnico Dunga para que medidas fossem tomadas durante a partida. E a vitória veio graças a excelente cobrança de falta do lateral Daniel Alves, já que o Brasil havia criado poucas chances claras de gol.

O ensinamento adquirido neste jogo foi de que a Seleção ainda precisa aprender a jogar contra equipes que jogam fechadas. Ficou claro que faltou a presença de mais um jogador habilidoso no meio, pra tentar uma jogada individual, mais aguda, e com isso criar os espaços necessários para se chegar ao gol adversário. Outro ponto negativo foi as poucas subidas dos laterais. Maicon não rendeu o esperado, até pela falta de um auxilio no lado direito, já que Ramires pouco se apresentou por aquele lado e Robinho e Kaká caiam mais pela esquerda. E André Santos não conseguia dar o apoio esperado.

O alerta surgiu em tempo. Dificuldades maiores virão por ai. Já é hora de se pensar em outras opções táticas, para que o time não seja surpreendido. Esse é um dos grandes desafios para a Seleção, que nosso treinador consiga perceber taticamente os jogos e possa mudar o time no decorrer das partidas. Basta lembrar do jogo contra a França, pelas quartas-de-final na Copa da Alemanha, onde o Brasil foi completamente anulado pelos franceses, que venceram o time brasileiro, dando uma aula tática.

Essa questão da leitura de jogo que o técnico Dunga precisa ter é importante para se evitar surpresas desagradáveis. Não foram poucas às vezes na história em que o Brasil vinha ganhando fácil suas partidas, mas, por uma formação tática deficiente ou mesmo a falta de uma percepção de jogo de seu treinador, acabou sendo eliminado. Portanto, a percepção tática, antes e durante o jogo, é de extrema importância para que surpresas ou eliminações sejam mais difíceis de acontecer. Considerar este fator não menos importante que a técnica e valores individuais é indispensável para um técnico e time vencedor.

Por Danniel Olímpio

quinta-feira, 18 de junho de 2009


Desde o início da era Dunga, torcedores e imprensa esperam por atuações convincentes da Seleção Brasileira. Ou mesmo que apresentasse um certo padrão de jogo. Foi dado crédito ao treinador, apesar da desconfiança inicial. Mas, no decorrer dos jogos, o que se viu foi uma Seleção desordenada, com poucos momentos bons, conseguidos através de jogadas individuais. Apesar das dificuldades, a trancos e barrancos, o Brasil ganhou a Copa América com ótima atuação diante da Argentina na final. A euforia terminou quando o time não teve a mesma atitude nas Olimpíadas, perdendo de forma vergonhosa para o rival argentino. E seguiu-se a vida com a seleção fazendo alguns jogos burocráticos.

A situação começou a melhorar para o técnico brasileiro quando algumas boas vitórias em amistosos foram conseguidas, diante de Portugal e Itália, por exemplo. Mas fora essas vitórias, e deixando de lado a competência ou não do treinador, é necessário dizer que, pela primeira vez, o Brasil começa a dar alguns sinais de evolução. E em alguns pontos Dunga tem acertado, arrancando alguns tímidos elogios da crítica, que ainda o vê com desconfiança.

Um dos principais pontos observados no time foi a entrada no volante Felipe Melo, que vem atuando com admirável personalidade, como se vestisse a camisa verde e amarela a muito tempo. Ele tem sido peça fundamental, tanto para dar tranqüilidade à defesa, como para a transição entre defesa e ataque. Fora essa grata surpresa, outros pontos importantes podem ser observados, como o novo papel que o meia Kaká tem desempenhado no time. Muito mais que um ótimo meio campo, ele tem se mostrado um líder dentro do grupo, conduzindo as ações e dando mais animo aos jogadores, que têm correspondido com muito mais aplicação e vontade dentro de campo.

Individualmente podemos observar que quase todos os jogadores sabem bem o seu papel em campo, e isso tem refletido num melhor toque de bola, numa segurança maior, tanto na defesa, como na criação de jogadas. E apesar de ter tido um jogo regular contra o Egito – talvez até em função do cansaço de alguns jogadores - o time se redimiu contra os Estados Unidos, vencendo-o de 3 x 0. A partida mostrou outras boas impressões, como a ótima atuação do lateral Maicon, respondendo à altura o bom momento vivido por Daniel Alves. Foi louvável, também, a boa partida de Ramires, que deu um dinamismo maior ao meio, já que se movimenta bastante, se apresenta como elemento surpresa no ataque, além de voltar rápido pra marcar. Mostrou que pode, sim, ganhar a vaga de Elano.

Por fim, foi elogiável a forma como o volante Gilberto Silva jogou. Muito mais ousado, chegando como elemento surpresa, hora aparecendo na linha de fundo, hora fazendo jogadas agudas no meio, com uma objetividade que pouco se via em partidas anteriores. Parece estar mais confiante e tendo a consciência de que pode render o seu melhor futebol, se repetir o mesmo desempenho que teve contra os norte-americanos.

Essas importantes melhorias individuais refletiram no conjunto do time, que tocou bem a bola, sem se precipitar, além de ter feito ótimas triangulações, mostrando que possuem um conjunto muito mais forte que em anos anteriores. Essa formula com 3 volantes, adotada em grande parte das equipes pelo mundo, parece, enfim, tomar contornos positivos na Seleção. E um fator fundamental para o sucesso dessa forma de jogar tem sido a versatilidade dos nossos volantes, que estão mais agressivos na marcação, se revezando nas subidas ao ataque, além de aliar boa técnica com uma marcação eficiente.

Claro que é cedo pra afirmar se essa formula dará certo. Ainda é preciso muito chão pra dizer até que ponto essa evolução tem influência do treinador Dunga. Mas o certo é que algumas atitudes dele têm contribuído para a melhoria do time e algumas de suas ações começam a demonstrar que houve alguma evolução e que ele pode vir a ser respeitado e admirado como um treinador vitorioso.


Por Danniel Olímpio

quinta-feira, 11 de junho de 2009


Desde a Copa do mundo de 2002 que a Seleção Brasileira de Futebol procura jogadores capazes de ocupar as posições deixadas por Cafu e Roberto Carlos. De lá pra cá, diversos jogadores foram convocados para as posições nas laterais - direita e esquerda. Porém, nenhum deles conseguia se firmar. Simplesmente não convenciam, não transmitiam confiança, tampouco demonstraram capacidade técnica para ocupar essas posições carentes.

Agora, na era Dunga, o problema parece ter sido resolvido. Dunga diz ter bons laterais, os quais estão deixando uma boa impressão ao defender a Seleção. Nas últimas convocações, Kléber (Internacional) e Marcelo (Real Madrid), Daniel Alves (Barcelona) e Maicon (inter de Milão) foram os escolhidos, e acabaram passando por um revezamento nos jogos da Seleção.

Ao que parece, Kléber e Daniel Alves acabaram convencendo o treinador da Seleção. Na minha opinião, a escolha pelo lateral direito (Daniel Alves) foi acertada. O jogador além de ter tido uma excelente temporada no Barcelona, conquistando a Copa do Campeões e o Campeonato Espanhol, vem mostrando muita dedicação ao defender a Seleção Brasileira. Observando os últimos jogos do Brasil, contra Uruguai e Paraguai, foi perceptível o bom desempenho do jogador. Com velocidade, força e garra, Daniel Alves deixou boas impressões, e pode carimbar seu passaporte pra Copa do Mundo de 2010. Basta manter a regularidade nas suas atuações na Copa das Confederações e no restante das eliminatórias. Só depende dele.

Por outro lado, a lateral esquerda (ao meu ver) não vem tendo o mesmo desempenho da direita. Kléber não me agrada. É extremamente lento, parece inoperante em campo, e não mostra muito além de 'receber e devolver' a bola. Não é agressivo como o Daniel Alves, raramente vai à linha de fundo. Entretanto ainda não comprometeu quando teve que ajudar na defesa. Mas não passa de um jogador discreto em campo. Acho que o Marcelo faria melhor o trabalho na lateral esquerda. Embora ele não tenha sido relcionado na última convocação.

Dunga parece apostar em Kléber e Daniel Alves, acabando assim com a busca pelas vagas das laterais que até então parecia ser uma coisa muito difícil. Sabe-se que bons laterais não se encontram com facilidade, ainda mais bons laterais a nível de Seleção. O fato é que a manutenção dos jogadores supracitados pode dar a eles uma adaptação, um ritmo de Seleção que pode auxiliá-los, pois com a sequência de convocações, a confiança tende a ajudar nas exibições dentro de campo. Vamos acompanhar.

Rudney Guimarães

segunda-feira, 1 de junho de 2009



Pra alegria da torcida do Flamengo, Adriano voltou, jogou e marcou. Com uma boa atuação no jogo de ontem, diante do Atlético Paranaense, Adriano virou manchete até nos jornais italianos. Muito mais que uma boa atuação,foi ver de volta a alegria estampada no rosto do jogador, que até pouco tempo estava desinteressado pelo futebol.

Sobre o Adriano há de se destacar duas coisas: o ganho de qualidade no setor ofensivo do Flamengo. O ataque vem sendo alvo constante de cobranças, devido à sua inoperância. Com a entrada de Adriano no time, o ataque ganha um homem que servirá de referência dentro da área. Além do ganho no quesito jogada aérea, tal como a jogada do gol de Adriano no jogo de ontem; por outro lado, o campeonato brasileiro ganha muito com um jogador do porte do Adriano. Os estádios com certeza estarão mais cheios para ver o Imperador em campo. E uma estrela como ele sempre atrai os olhos de quem gosta de futebol. Num cenário onde é comum grandes promessas e bons jogadores irem jogar fora do país, é extremamente positivo ver grandes jogadores fazendo o caminho inverso, voltando pra 'casa'.

A chegada de Adriano causa uma dor de cabeça a mais para os zagueiros adversários. Ele é um atacante difícil de ser marcado, principalmente pelo seu porte físico. Mas todo esse alvoroço em torno da boa estreia dele não deve transfomá-lo no único capaz de levar o Flamengo às vitórias. Ele chega pra somar, pois no futebol a coletividade é o fator prepoderante. Sua qualidade é inquestionável, mas o time não deverá sobrecarregá-lo. Com os zagueiros preocupados em marcar o Imperador, de certo outros jogadores terão mais espaço em campo. Cabe ao Flamengo saber se aproveitar do fator Adriano em todos as situações.

Agora é acompanhar sua trajetória ao longo do campeonato. Adriano em forma, motivado e jogando no clube que ama, é expectativa de bons jogos. Bom para o Flamengo, bom para o futebol brasileiro.

Por Rudney Guimarães

quinta-feira, 28 de maio de 2009


Quem teve a oportunidade de assistir a final da Liga dos Campeões, nesta quarta, viu aquele que podemos considerar como “um jogo de encher os olhos”. Impressionados com o talento de Messi, com a categoria de Piqué, com a raça de Puyol ou extrema técnica dos meias Xavi e Iniesta? Com certeza quem já viu alguns jogos do Barça este ano não ficaria nada surpreso com a boa fase destes jogadores.

Mas um detalhe é importante ser ressaltado, detalhe esse que é a busca incessante de treinadores do mundo todo: o conjunto. Muito mais que individual, o Barcelona tem sito extremamente coletivo. E isso se reflete na facilidade com que tocam a bola. Os jogadores parecem estar na mesma sintonia, no mesmo ritmo, independente de que posição seja.

Claro que a qualidade do meio campo torna-se um dos principais fatores responsáveis por esse toque fácil do time. Mas é importante frisar o trabalho do técnico Josep Guardiola, que voltou a dar animo aos jogadores após um mau momento vivido, quando eram treinados por Rijkaard. E muito mais que isso, deixou o time jogando de uma forma bem definida, fazendo com que a equipe se destacasse como um todo, não apenas individualmente.

É interessante notar, também, que o Barcelona sempre mantém mais ou menos essa forma de jogar, com um conjunto afinado, desde a época em que seu atual técnico jogava. Aliás, era um grande passador do time, matinha uma excelente regularidade, com poucos passes errados.

É óbvio que não é regra ex-jogador, tanto comentar tão bem como jogava, como conseguir transmitir aos seus comandados aquilo que fazia em campo. Mas nesse caso é notório como o time assimilou bem uma das grandes características do seu treinador, que era o bom passe. E essa escola não deve ser atribuída apenas ao novato técnico. Podemos dizer que parte do aprendizado de Guardiola veio de um certo mestre, Johan Cruyff, nos tempos em que era treinado pelo holandês. Seria então só coincidência a forma parecida de jogar do Barça da década de 90 e o de agora?


Por Danniel Olímpio

quarta-feira, 27 de maio de 2009



Há muito que o futebol deixou de ser aquele jogo em que todas as posições eram bem definidas. Ponta esquerda, centro avante, lateral, cabeça de área, armador. A maioria dessas denominações, inclusive, já deixou de fazer parte do vocabulário do meio futebolístico.

Os volantes e cabeças de área, por exemplo, são dois termos em desuso no futebol moderno. Cabeça de área, aquele que ficava estático na frente da zaga, dando passes de no máximo 5 ou 10 metros, nem se ouve falar. O que se encontra, nos dias de hoje, são jogadores com boa técnica, que hora se apresentam como “elemento surpresa” na frente, hora fazem lançamentos ou chutam a gol.

Já os ditos volantes, estão mais para meia armadores do que para simples marcadores e responsáveis pela transição de bola entre defesa e meio campo. Jogadores como Hernanes, Ramires e Iniesta, atuam praticamente como armadores em seus clubes. E outros, como Fabregas, Diego Souza e Júlio Batista, hoje se tornaram meias de altíssima qualidade. É interessante notar que jogadores como Diego Souza e Júlio Batísta, por vezes atuam no ataque, explorando uma das grandes características dos dois que é a força física.

A qualidade dos ditos “volantes” - que hoje são considerados 1º e 2º volantes – é tanta que os clubes têm jogado utilizando 3, e não mais 2, como era antigamente. Isso porque ao mesmo tempo em que o time melhora sua marcação, a qualidade no meio campo também se mantém, já que estes atletas têm características de, tanto marcar bem, como de armar as jogadas.O que antes era tido como sinônimo de esquema retranqueiro, na atualidade é considerada uma boa forma de se manter um equilíbrio entre ataque e defesa. Claro, que, por outro lado, muitos jogadores da posição não possuem essas características, e utilizar um esquema de 3 volantes com pouca qualidade técnica pode ser desastroso, já que o time perderá muito em criatividade e posse de bola.

Às vezes fica até difícil classificar a posição de determinado jogador, já que a versatilidade dos atletas de hoje é muito grande. Por exemplo, é difícil definir se Ramires, Hernanes ou Iniesta são volantes ou meias. Tanto pelo posicionamento, como pela técnica que possuem.

Talvez podemos atribuir essa evolução da posição a uma necessidade de se ter jogadores com poder de marcação, mas que ao mesmo tempo soubessem sair jogando, já que o futebol moderno privilegia a força física. Dessa forma, os atletas têm evoluído no sentido de adquirir essas duas qualidades para se adaptarem à atual evolução física na qual se encontra o futebol mundial. Por outro lado, alguns volantes se descatam como meias ofensivos devido a carência dessa posição em determinada equipe, o que faz com que haja a necessidade de se adiantar o meia defensivo. E a medida em que vai atuando na nova função ele se adpata e vai tomando contornos de um meia ofensivo.

A evolução das posições acontece, ao mesmo tempo em que mudam os nomes esquemas ou formas de jogar nos dias de hoje. Afora a estes nomes técnicos e novas denominações o grande barato do futebol moderno é saber que: os laterais ou alas têm uma função muito maior do que marcar os pontas ou fazer cruzamentos; que o volante vai muito além do que marcar ou fazer virada de jogo para as laterais; Para a felicidade do torcedor, as funções convencionais de cada posição têm sido deixadas de lado e dado lugar a novas funções, mais versáteis e ofensivas. A gama de opções e imprevisibilidade dos jogos tem aumentado, colocando ingredientes a mais no já tão apaixonante e popular futebol.


Por Danniel Olímpio